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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Ceder dói?
Durante o namoro é muito mais fácil não ver, nem sentir as imperfeições do outro. Porém quando se decide juntar os "trapinhos", o choque de personalidades é maior e por vezes as relações que antes pareciam perfeitas, não aguentam.
Aqui se distinguem as relações de paixão e as de amor. As de amor lutam para conseguir chegar a um consenso, onde o respeito por a individualidade e bem-estar de ambos prevaleça, as de paixão simplesmente acabam em gritos, ofensas, exigências, acusações, retaliações...
Se dá trabalho manter uma relação? Dá e muito... Afinal estamos a falar de duas pessoas com hábitos e formas de viver diferentes, que devido a um grande amor e a um conjunto de afinidades, se decidem juntar. Porém só quando passam pela experiência é que sabem que afinal não é tão fácil conviver com as imperfeições e defeitos do outro.
O conto de fadas acaba literalmente. E é preciso muita paciência, muito amor e também um grande jogo de cintura para lidarmos com as mudanças. Temos que aprender a fazer cedências e a respeitar o espaço do outro, ao mesmo tempo que lutamos para manter a relação estável e a nossa individualidade intacta. É necessária uma grande estratégia de adaptação. Todavia eu continuo a acreditar que as mulheres continuam a ceder muito mais que os homens.
Estes fingem que se adaptam, mas sempre que podem, eles fazem o que mais gostam, que é acomodar-se. Nós não somos perfeitas, mas por vezes acabamos por lutar e ceder muito mais numa relação do que um homem. Vamos ser sinceras os homens são seres básicos, precisam de muito pouco para serem felizes. Uma mulher não! O ser feminino é mais exigente em tudo, no ser racional, no ser emocional... O homem vive, a mulher sente e isto diz tudo! Nós por vezes temos que "obrigá-los" quase, a sentir...a demonstrar... a participar e isso não é tentar mudá-lo, mas sim melhorá-lo... eles tem que aprender a ser, a sentir e a dar... porque senão a relação não vai ter alicerces suficientemente fortes para aguentar uma rotina quase obrigatória que a vida em comum acarreta.
A Dina do blog Amor Perfeito, esta semana num post (com o qual concordo em muita coisa), disse algo que me ficou a matutar na cabeça. Passo a citar (não é uma crítica, é apenas uma reflexão):
"A minha máxima é garantir que ele queira voltar (e sentir-se feliz por isso) todos os dias para casa. Porque aí encontra paz e pode ser ele próprio. Claro que só é possível fazendo cedências mútuas. Quando um homem se sentir melhor no café com os amigos ou com uma amante porque esta não o chateia, a coisa é preocupante."
Isto fez-me pensar que nós não temos que ter medo de pedir que eles mudem, pois mudar é amadurecer e crescer. Temos também direito a exigir aquilo que nos traz a felicidade. Assim como, também temos que respeitar o direito deles a exigirem a mesma coisa de nós.
Por isto tudo vou concluir com uma frase oposta à citada anteriormente.
"Os homens também tem que pensar e garantir que nós mulheres, queremos regressar todos os dias para o lar que nos faz feliz e onde podemos ser nós próprias, ao mesmo tempo que os fazemos felizes. Pois quando a mulher se sentir melhor nas compras com as amigas ou com um amante que saiba fazê-la sentir e não tenha problemas em demonstrá-lo, a coisa também é muito preocupante:)"
Quando ambos cedemos e modificamos por vezes um bocadinho aquilo que somos, não estamos a por a nossa individualidade em questão, estamos apenas a construir uma relação em que dois são um.
sábado, 25 de junho de 2011
Porque o presente é que conta... :)
Esta foi uma das músicas que marcou o início da minha relação com o M.
E vocês? Qual foi a vossa a música?
Bejufas
segunda-feira, 28 de março de 2011
Desculpar ou Esquecer?
Eu sei que ele se arrepende sempre das coisas que diz, contudo também acredito que quando dizemos as coisas é porque de alguma forma as sentimos.
Sempre que discutimos, é sério.... diz-se o que se deve e o que não se deve....
Ele sempre mais que eu... sim, porque eu já aprendi que a partir de certo momento mais vale ficar calada, do que responder... o pior é que nem sempre consigo essa tamanha racionalidade. E respondo e respondo muito!
Diz-me a minha experiência que ele não deve ter sido muito frustrado em criança, pois cada vez que se vai contra a vontade do rapaz, ou quando não temos a mesmo opinião, ou quando sabemos que ele está prestes a fazer a maior burrada de sempre..., ele bate o pé.... o rapaz passa-se, amua e começa a fazer o seu papel de manipulador....
Eu sei que passado uma horas aquilo passa-lhe e que ele volta ao normal, porém até isso acontecer muito coisa é dita, coisas essas que normalmente me magoam e que me levam a questionar a relação.
Para ele não, faz de conta que não se passou nada, tudo passa... Vem para mim, brinca, fala, quer beijinhos e ainda pergunta "estás chateada com alguma coisa?" Olha merda... se estou chateada com alguma coisa???? Poupem-me! Porque não pede desculpa? Porque não quer falar sobre a situação? Será mais fácil para os homens esquecer e fazer de conta que nada se passou, do que pedir desculpa??
Pois eu não consigo esquecer e isso fica a remoer aqui dentro até ser resolvido.... Já ele enfia as desculpas dentro de um saco e... tudo bem!!!
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